Esse é um assunto chato pra caralho mas que de vez em quando tem que ser abordado, é incrível como em pleno SÉC XXI existam tabus tão imbecis que fazem parte do dia a dia mas que é considerado normal, o preconceito as vezes está tão enraizado que não somos capazes de perceber por acharmos normal que pessoas próximas a nós tenha que carregar estereótipos grosseiros e sem sentido.A poucos dias uma conhecida postou no Twitter pouco antes de embarcar no aeroporto de Congonhas uma frase reparando e tirando um sarro de determinado calçado que uma desconhecida estava usando no voo, era mais ou menos algo do tipo "onde já se viu usar salto alto para andar de Gol", ou seja...uma tacanhice sem tamanho como se ela pagasse a roupa da outra,o pior é que é uma pessoa "entendida" de moda e conceitos, que sempre tenta passar uma falsa imagem de mulher desplugada totalmente aberta a novas experiências ( sinceramente.... deixa pra lá), isso é apenas um exemplo de que nossa cultura judaico/ocidental prima pelo consumo,pela intolerância em diversas áreas,seja no campo moral como no campo físico,eu mesmo já fui vitima de preconceito e intolerância de pseudo - religioso por questionar a aplicação de "ensino religioso" em escolas públicas.
O preconceito e o determinismo econômico são doenças que nossa sociedade tem que combater,o problema é que o inimigo está travestido de bom moço...na religião,imprensa (o câncer da revista Veja por exemplo),nos professores e no dia a dia.
O certo é que devemos fechar os olhos para nossas diferenças,o mundo na sua excência se faz na pluralidade dos gostos,povos e sabor...muita coisa ainda precisa ser feita,e aceitar o diferente,aceitar as ideias divergentes é apenas um passo para que nossas próprias opiniões sejam respeitadas e aceitas assim como devemos aceitar e compreender o contexto histórico dos que nos cercam.É isso.
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